segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Arqueólogos apontam novos indícios sobre ressurreição de Jesus


Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas. "Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.
O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de 4 km da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.
Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010. Em uma das ossadas encontradas, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou à Agência Efe o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".
"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, The Jesus Discovery.
O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.
Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário O Túmulo Secreto de Jesus, produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus. Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.
Fonte: Terra

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Irã construirá bases militares no Sudão


Segundo várias fontes, o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, autorizou a construção de uma base militar iraniana em território de seu país, informa hoje a mídia israelense.

Segundo se presume, na base serão instalados mísseis iranianos capazes de atingir alvos no sul e na parte central de Israel e ameaçar as bases navais da Arábia Saudita e dos EUA nos países do Golfo Pérsico.
Ainda de acordo com a mídia israelense, o Irã pretende igualmente instalar uma base naval na costa sudanesa do Mar Vermelho.

Fonte: Voz da Rússia

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Rússia pretende criar base permanente na Lua


O desenvolvimento da astronáutica passa pela criação na Lua de bases habitadas. Quem o afirma é Guennadi Raikunov, dirigente de um instituto científico junto da Agência Aeroespacial Russa (Roskosmos). Nas suas palavras, as potencialidades da Estação Espacial Internacional (EEI) estão quase esgotadas, tendo chegado a altura em que é necessário estudar novas perspetivas de futura exploração do espaço cósmico.

Atualmente, na EEI mal cabem os equipamentos para a realização de numerosas experiências científicas. As instalações elétricas também não são suficientes. Segundo Guennadi Raikunov, responsável pela elaboração dos programas de investigação espacial, após 2020 será preciso começar a desistir do uso da EEI e passar a utilizar a Lua. No satélite da Terra há muito espaço. Lá se pode estacionar um radar e aparelhagem científica de grande dimensão. Graças à base lunar, a Humanidade acumulará a experiência de vivência em outros planetas. Derretendo o gelo lunar será possível decompor a água em oxigénio e hidrogénio, utilizando-os como combustível para propulsores de foguetes e espaçonaves, considera o cientista.
Mas nem todos os peritos concordam com este ponto de vista. A era espacial iniciou-se há apenas 50 anos. Mesmo que a EEI funcione mais 30 anos, o desenvolvimento da ciência possibilitará novas descobertas. Quando a Rússia deixar a órbita terrestre e se estabelecer na Lua, terá de usar naves espaciais semelhantes às espaçonaves Apollo, inventadas há 40 anos para que o homem desembarcasse no satélite da Terra, constata o membro da Academia Aeroespacial Nacional, Yuri Karash.
"Não vale a pena nos enganarmos, dizendo que a construção de uma base lunar implicará a criação de equipamentos e engenhos que se distinguem muito da nave Apollo. A espaçonave Apollo 17, depois de pousar, permaneceu na Lua durante 3 dias. Este mês, completar-se-ão 40 anos desde que abandonou a Lua, tendo concluindo o respetivo programa de pesquisas. Três dias não é pouco para qualificarmos a estada da Apollo como uma base extraterrestre. Se os cosmonautas russos passarem lá 10 ou 20 dias, neste caso se trata de uma categoria quantitativa e não qualitativa."
Diga-se de passagem que os EUA queriam regressar à Lua mas a Administração de Barack Obama desistiu de tais planos. O Presidente norte-americano delineou novas prioridades, prevendo uma visita a um asteroide em meados dos anos 20 do século XXI. Os motivos desta escolha foram adiantados pelo representante da NASA, John Charles.
"Tomamos a decisão de não voltar à Lua por diversos motivos. Sem a Lua e antes do voo rumo a Marte, o pouso em um asteroide será uma pesquisa ideal. Se tornarmos a desembarcar na Lua, isto será feito da mesma maneira que em 1969."
No entanto, uma expedição ao asteroide pode ser equiparada a um voo rumo a Marte, já que a tripulação, permanecendo no espaço interplanetário durante alguns meses, receberá a mesma dose de radiação que em caso de um voo a Marte, realçou Lev Zeleny, diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais, segundo o qual a Lua seria um projeto preferível.
"Na Lua podem ser organizados abrigos à profundidade de 1,5 - 2 metros em que poderão viver astronautas, subindo, por vezes, à superfície. Existe material de proteção. No asteroide, ninguém sabe como proteger-se contra a radiação. Para chegar à Lua serão necessários 2-3 dias. Lá existe uma nova física interessante, bem como variadas substâncias orgânicas. Resumindo, o homem tem muita coisa fazer na Lua."
Os cosmonautas não têm que permanecer o tempo todo na base lunar, sujeitando-se à radiação excessiva. Eles podem trabalhar em turnos, adianta Lev Zeleny. Quanto aos asteroides, seria melhor se fossem estudados por meio de sondas automáticas sem colocar em risco a vida de tripulantes.
A Rússia e os EUA já fizeram a sua opção no que tange aos futuros voos espaciais fora da órbita terrestre. Cada país buscará novos argumentos para persuadir os céticos. Todavia, em determinada altura, as discussões chegarão ao fim, visto que as potências espaciais perseguem um objetivo idêntico – efetuar, nos meados deste século, um voo a Marte. A julgar por tudo, esta será uma expedição internacional, uma vez que nenhum país poderá organizar sozinho tal empreendimento.

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

80 formas como o açúcar pode arruinar a sua saúde


O açúcar já é considerado vilão por muitos motivos:  seu alto consumo pode provocar cáries dentárias, engordar, aumentar o surgimento de espinhas na adolescência, influenciar em quadros de diabetes... Enfim, apesar de ser um tempero muito gostoso para alimentos e bebidas, seu consumo em excesso pode ser prejudicial para a saúde de diversas maneiras e em para  pessoas em diferentes idades. 

Além desses efeitos negativos, existem muitos outros que poucas pessoas conhecem. Para desmascarar todo o mal que o açúcar pode fazer, a especialista em alimentação e nutrição Nancy Appleton, baseando-se em inúmeros trabalhos científicos, elaborou uma lista com inúmeros itens que  revelam como o açúcar pode ser prejudicial à saúde. 

Confira 80 desses itens da lista e veja como algo tão doce pode trazer resultados tão amargos para o corpo:
  1. Crianças que bebem refrigerantes (que contém altas taxas de açúcar), em geral, ingerem menos leite.
  2. O açúcar pode deprimir o sistema imunológico.
  3. Pode desequilibrar a relação entre os minerais no organismo.
  4. Pode causar hiperatividade, ansiedade, dificuldade de concentração e distúrbios de humor em crianças.
  5. Pode produzir um aumento significativo dos triglicerídeos.
  6. Reduz as defesas orgânias contra infecções bacterianas.
  7. Causa perda da elasticidade e função dos tecidos – quanto mais açúcar você come, mais elasticidade e função você perde.
  8. Reduz lipoproteínas de alta densidade (HDL).
  9. Pode levar à deficiência de cromo.
  10. Pode estar associado ao câncer de ovários.
  11. Pode elevar rapidamente os níveis de glicose.
  12. Causa deficiência de cobre.
  13. Interfere na absorção de cálcio e magnésio
  14. Pode tornar os olhos mais vulneráveis à degeneração macular relacionada à idade.
  15. Pode produzir acidez no trato digestivo.
  16. Pode causar um rápido aumento nos níeis de adrenalina em crianças.
  17. Pode causar envelhecimento precoce.
  18. Pode causar deterioração dos dentes.
  19. Pode levar à obesidade.
  20. Aumenta o risco de doença de Crohn e colites ulcerativas.
  21. Pode causar úlceras gástricas ou duodenais.
  22. Pode causar artrite.
  23. Pode causar distúrbios de aprendizado em crianças
  24. Contribui para a proliferação da Candida albicans – fungo responsável pela candidíase vaginal, entre outras infecções.
  25. Pode ausar cálculos biliais.
  26. Pode causar doenças do coração.
  27. Pode causar hemorroidas.
  28. Pode causar varizes.
  29. Pode levar a doenças periodontais.
  30. Pode contribuir para a osteoporose.
  31. Pode causar diminuição da sensibilidade à insulina.
  32. Pode diminuir a quantidade de Vitamina E no sangue.
  33. Pode reduzir o nível de hormônio do crescimento.
  34. Pod eaumentar o colesterol.
  35. Aumenta a AGEs.
  36. Pode interferir na absorção de proteínas.
  37. Causa alergia alimentar.
  38. Pode contribuir para o eczema em crianças.
  39. Pode causar doenças cardiovasculares.
  40. Pode prejudicar a estrutura do DNA.
  41. Pode alterar a estrutura das proteínas.
  42. Pode causar rugas pela alteração da estrutura do colágeno.
  43. Pode causar catarata.
  44. Pode causar aterosclerose.
  45. Pode aumentar as lipoproteínas de baixa densidade (LDL).
  46. Reduz a capacidade de funcionamento das enzimas.
  47. Seu consumo está associado ao desenvolvimento da doenças de Parkinson.
  48. Pode aumentar a quantidade de gordura no fígado.
  49. Pode aumentar o tamanho e produzir alterações patológicas nos rins.
  50. Pode danificar o pâncreas.
  51. Pode aumentar a retenção de líquidos no organismo.
  52. Causa constipação.
  53. Pode tornar os tendões mais frágeis.
  54. Pode causar dores de cabeça, inclusive enxaqueca.
  55. Desempenha papel no câncer de pâncreas nem mulheres.
  56. Aumenta o risco de câncer no estômago.
  57. Pode aumentar o risco de desenvolver gota.
  58. Pode contribuir para a doença de Alzheimer.
  59. Pode causar adesividade plaquetária, o que contribui para a formação de coágulos sanguíneos.
  60. Pode causar desequilíbrio hormonal; alguns hormônios tornam-se hipoativos e outros se tornam hiperativos.
  61. Pode levar à formação de cálculos renais.
  62. Pode produzir radicais livres e estresse oxidativo.
  63. Pode levar ao câncer do trato biliar.
  64. Aumenta a concentração de ácidos biliares nas fezes e de enzimas bacterianas no cólon, o que pode produzir compostos cancerígenos a câncer de cólon.
  65. É uma substância que causa dependência.
  66. Pode ser tóxico, como o álcool.
  67. Pode agravar a SPM (Síndrome Pré-Menstrual).
  68. Pode diminuir a estabilidade emocional.
  69. Pode piorar os sintomas de crianças com déficit de atenção.
  70. Pode induzir à morte celular.
  71. Pode aumentar a quantidade de alimento que você ingere.
  72. Pode levar ao câncer de próstata.
  73. Desidrata os recém-nascidos.
  74. Pode aumentar os níveis de homocisteína na corrente sanguínea.
  75. Aumenta o risco de câncer d emama.
  76. Pode causar câncer de reto.
  77. Pode causar câncer de rim.
  78. Pode causar câncer de fígado.
  79. Pode aumentar o ácido úrico no sangue.
  80. É um fator de risco para câncer do intestino delgado.

Depois de conferir alguns itens dessa lista, você com certeza não deve mais sentir tanta vontade assim de consumir esse alimento. Contudo, o sabor doce é quase indispensável à dieta de qualquer pessoa. Se você faz questão de adoçar sua receita, opte por outras alternativas como mel (natural e nutritivo), melado de cana ou adoçantes naturais (como o stevita). Contudo, mesmo essas opções devem ser acrescentadas comedidamente, em pequenas quantidades. 

Fonte: Yahoo


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O por quê da Europa se desfazer em regiões



O agravamento da situação econômica no Mundo Velho pode levar ao surgimento, no mapa político, de novos Estados. O reforço da integração entre os países da zona euro tem fomentado as tendências centrífugas dentro de Estados comunitários.

Umas regiões exigem a independência política, outras presumem contentar-se com a autonomia econômica.
O mapa da Europa poderá ser alterado nos próximos 3 ou 4 anos. Os nacionalistas da Catalunha, depois de terem triunfado nas eleições regionais, se dispõem a referendar a questão da independência em relação à Espanha. Na Bélgica, tem vindo a aumentar a hipótese de separação da região de Flandres, de expressão holandesa. Em paralelo, foi rubricado um acordo sobre realização, em 2014, do referendo quanto à eventual independência política e econômica da Escócia. Na Itália, a Liga Norte insiste em que seja concedida a autonomia às províncias industriais que vão sofrendo "por causa do sul do país, preguiçoso e corrupto". A Baviera solicitou o procedimento, ainda este ano, da revisão da Constituição Financeira da República Federal da Alemanha (RFA), alegando a impossibilidade de "fazer a vista grossa ao esbanjamento de recursos financeiros por outras regiões".
O regionalismo é um lado inverso da integração européia, considera o presidente do Instituto da Estratégia Nacional, Mikhail Remezov. As pequenas regiões já não temem a independência por se encontrarem sob a tutela de estruturas pan-européias que assumiram a maior parte de funções habituais exercidas por Estados.
"A fragmentação do monólito nacional se relaciona à consolidação de entidades européias supranacionais. Anteriormente, no processo de formação de novos Estados, vigorava o princípio duro de combate aos ânimos secessionistas - era proibido colocar a questão sobre a soberania desde que não existisse um respectivo potencial demográfico e econômico. Para não falar de eventuais e reais litígios ou controvérsias com os povos e os países vizinhos. Mas sob a alçada pan-européia este princípio deixou de vigorar".
Uma parte dos peritos explica o fortalecimento do regionalismo com a crise econômica. Os membros ricos da zona do euro - como Alemanha e França - estão descontentes porque não lhes apetece muito lidar com os problemas financeiros dos países vizinhos pobres. As regiões industrializadas não querem fazer doações às regiões menos desenvolvidas. É verdade que nos tempos da crise não há dinheiro ocioso. Todavia, no parecer de Vladislav Belov, diretor do Centro de Pesquisas Germânicas do Instituto da Europa, o fator econômico se relega para o segundo plano.
"Em parte, as tendências separatistas são uma resposta ao fenômeno de multiculturalismo por ser necessário prestar mais atenção à cultura regional. Falando da cultura alemã, referimo-nos, sobretudo, a Goethe ou a Schiller, embora esta cultura se alicerce em culturas regionais. O norte da Alemanha representa uma tradição cultural, o sul representa outras praxes e normas. Assim, pois, se trata do crescimento de autoconsciência cultural que leva ao surgimento de um paradigma seguinte: como sabemos trabalhar melhor, merecemos uma vida melhor. Não devemos alimentar outras pessoas".
As autoridades européias não sabem como reagir, nem podem avaliar todas as consequências deste fenômeno. O politólogo e professor catedrático do Instituto das Relações Internacionais (MGIMO, sigla russa), Valeri Solovei, constata que o reforço de tendências regionalistas e a eventual desagregação de alguns Estados constituem uma parte das transformações globais causadas pela crise econômica. O mundo se viu numa situação idêntica à que se formara no início do século XX. É como se fosse uma vaga que se torna cada vez mais alta sem que ninguém esteja em condições de medir a sua dimensão ou identificar a origem.
Economistas estão refletindo sobre a mudança de alicerces tecnológicos. Os politólogos apontam para a transformação de sistemas políticos e sociais. Alguns peritos têm encarado o regionalismo como um processo objetivo cuja essência poderá ser compreendida com o tempo. Se as decisões sobre a autonomia se tomam nos quadros de procedimentos democráticos, então as elites européias não têm o direito de impedi-las ou inviabilizar. É possível que a Europa proponha novos modelos de desenvolvimento, cujas vantagens têm de ser aproveitadas ao máximo.

Fonte: Voz da Rússia

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ARTEFATOS QUE NÃO SE ENCAIXAM NA TEORIA ANTROPOLÓGICA ORTODOXA

(dados extraídos do livro Forbidden Archeology (Arqueologia Proibida), lançado em português em edição condensada sob o nome de História Secreta da Raça Humana)

SINO EM PEDRA DE CARVÃO
Em 1944, um menino de 10 anos, Newton Anderson deixou cair um pedaço de carvão no seu porão, que rachou e revelou um sino no seu interior. O carvão bituminoso que fora extraído de uma mina próxima a sua casa em Upshur, West Virginia, supõe-se que seja de 300 milhões de anos. O que um sino de latão com um pino de ferro estava fazendo num pedaço de carvão do período carbonífero? De acordo com o livro de Norm Sharbaugh “Amunition”, o sino é um artefato pré-diluviano.






http://www.genesispark.com/genpark/bell/underside.htm



MARTELO DO PERÍODO CRETÁCEO?

Em Junho de 1934, membros da família Hahn descobriram esta rocha com um pedaço de madeira saindo ela. Eles cuidadosamente a cinzelaram e para a surpresa deles apareceu a cabeça de um martelo. Este artefato foi achado no Texas nas proximidades de uma queda d’água em Red Creek. Este artefato agora faz parte do Museu Evidências da Criação. O braço do martelo é de madeira fossilizado e sua cabeça é feita de um ferro raro com uma mistura de Chlorine. Seria esta uma ferramenta pré-diluviana? Mais um artefato que não se enquadra nos esquemas da antropologia moderna. Permanece o enigma.

Pegadas Humanas Fossilizadas de Milhares de Anos
Várias pegadas humanas tem sido achadas ao longo dos anos. No Novo México foi achada a pegada abaixo numa rocha do período permiano.


Abaixo vemos a “pegada de Meister”, (pegada calçada) achada em Utah dentro de um bloco rochoso. Sob a sola se encontra o fóssil de um trilobita. Estrato rochoso do período triássico.
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O Mecanismo de Antikythera: Um Computador Astronômico?

Sem dúvida, um dos mais espantosos e intrigantes artefatos do mundo antigo, o mecanismo de Antikythera (nome de uma ilha grega). Seria esta uma máquina construída por Arquimedes, mencionada por *Cícero? Onde estão os manuscritos perdidos de Arquimedes para nos esclarecer sobre o espantoso conecimento tecnológico do passado? Este mecanismo simula os movimentos dos astros do nosso sistema solar, isto através do manuseio de uma manivela que acionava varias rodas dentadas sobrepostas.





Foi achado em 1900 por um grupo de pescadores próximo á costa da ilha de Antikythera, no mar Egeu, nos restos de um navio grego a 70 metros de profundidade, um objeto de bronze composto de pelo menos 32 engrenagens, de diversos tamanhos, nove escalas móveis e três eixos. Trata-se o aparelho de um equipamento astronômico, um simulador dos movimentos planetários. O que chama a atenção não é só a engenhosidade do objeto, mas o conhecimento astronômico de quem o inventou. Idade: I a.C. *Cícero, na obra Disputas de Tusculano, livro I, seção XXV)

Pilar de Ferro que não Enferruja (Índia)
Na cidade de Delhi (India) se encontra este antiqüíssimo pilar de ferro puro, que, misteriosamente, não se oxida, nem sob as torrenciais chuvas de monção. Sua origem é desconhecida, assim com sua liga de metal.


A Enigmática Tumba Maia

Em 1949 o arqueólogo Alberto Ruz de L’Huiller descobriu, num templo da cidade maia de Palenque no México, uma tumba onde estava sepultado uma múmia de estatura bem maior do que a média dos homens do povo maia.
A tumba estava coberta por uma lousa com uma gravação em relevo, representando um personagem manipulando os controles de uma aeronave similar a um foguete.
Neste desenho, todo em linhas finas e colorido para ressaltar os detalhes da arte em relevo original, se pode ver a curiosa posição do personagem manipulando os “controles da nave”; há até vestígio de fogo na sua parte inferior.

Gravuras de Ica seriam mensagens dos tempos antes do Dilúvio?


Os Maias, sem paciência para continuar a escrever o seu calendário, deixaram os descendentes a tremer de medo à espera do fim do mundo.

Mas houve outros que se deram ao trabalho de fazer milhares de gravuras em pedra com uma mensagem muito mais otimista: o fim do mundo já aconteceu.
Este ano, na península russa da Kamchatka, na costa do Pacífico, foram encontrados uns fósseis estranhos. No início, podiam ser tomados por restos de animais pré-históricos. Mas havia uma coisa que fazia os pesquisadores duvidar: as suas formas eram demasiadamente perfeitas. Os fósseis mais pareciam componentes de um estranho mecanismo, com rodas dentadas de vários tamanhos. Tendo em conta a camada geológica onde foi encontrado, o achado teria cerca de 400 milhões de anos.
O arqueólogo de São Petersburgo, Yuri Golubev, e vários especialistas norte-americanos que investigaram os fósseis concluíram que estes, a julgar por tudo, são peças de uma máquina qualquer.
A ciência oficial ignorou o achado. Já os jornalistas fizeram lembrar outros artefatos que, em dada altura, também suscitaram grande polêmica. Por exemplo, os estranhos objectos esféricos de 2,5-10 cm que, de tempos a tempos, aparecem nas minas perto da cidade de Klerksdorp, na África do Sul.
A idade aproximada das rochas onde estas esferas são encontradas é de cerca de três bilhões de anos.
Não há uma opinião unânime quanto à origem destes objetos. Os defensores da versão da sua origem artificial baseiam-se no fato de as esferas possuírem sinais claros de transformação tecnológica – incisões longitudinais.
Os geólogos afirmam que as esferas são de origem natural e que as incisões encontradas são resultado da ação do ar e da oxidação.
Já um outro achado encontrado por Emma Khanem em 1934, durante uma viagem pelo Texas, é mais difícil explicar por causas naturais.
Ela encontrou um martelo imbutido num bloco de rocha. O cabo, que seria de madeira, estava petrificado. Mas o próprio martelo estava perfeitamente conservado porque era feito de metal de boa qualidade, metal que os humanos só aprenderam a produzir há 10 mil anos. O paradoxo é que o martelo estava dentro numa rocha cuja idade os cientistas avaliam em, pelo menos, 65 milhões de anos. Por outras palavras, o instrumento teria sido feito na época dos dinossauros.
Considera-se que as primeiras pessoas capazes de fabricar um tal artefato só surgiram na Terra dezenas de milhões de anos depois da extinção dos dinossauros. Consequentemente, os homens nunca poderiam ter visto pessoalmente tais animais.
Então, como explicar as gravuras em pedra na província peruana de Ica, as famosas Pedras de Ica?
Nestas gravuras, estão representados dinossauros de várias espécies que os especialistas podem identificar: Triceratops, Stegosaurus, Brontossauros, Tyrannosauros.
É frequente nestas gravuras aparecerem também pessoas que, ou caçam os dinossauros ou se servem deles como transporte. As pessoas são representadas, por exemplo, montadas em Triceratopsou em Pterodactylos voadores.
Nas gravuras de Ica são ainda mostrados mamíferos há muito extintos, característicos só do continente americano, além de cenas de operações cirúrgicas de transplante do coração e até do cérebro e de representações de sistemas solares e aparelhos voadores.
A primeira ideia que nos vem à mente ao ver fotografias destas gravuras é que se trata de uma falsificação, feita especialmente para enganar turistas ingénuos. Mas nem tudo é tão simples.
As primeiras referências a gravuras com animais estranhos surgiram em 1570 num texto do cronista de origem indígena, Juan de Santa Cruz Pachacuti, Relacion de antique dades d´este reyno del Peru(1570).
No início dos anos 1960, as pedras de Ica começaram a ver vendidas a preços baratíssimos no mercado negro de antiguidades no Perú. Elas só passaram a ser conhecidas graças ao professor de Medicina da Universidade de Lima, Javier Cabrera (1924-2001).
Tendo obtido a primeira pedra como presente de aniversário em 1961, ele passou os 40 anos seguintes a juntar e a estudar estas pedras especiais. Ele até fundou um museu, o Museu das Pedras de Ica, cuja coleção inclui atualmente mais de 11000 amostras, com tamanhos que vão desde 30 cm até 1,5 metros, cobertas de gravuras.
Em 1976, Javier Cabrera publicou o livro The Message of the Engraved Stones of Ica. Nesta obra, ele avança a seguinte hipótese: na Terra teria havido há muito tempo uma civilização altamente desenvolvida, que teria gravado em pedra a história do seu desenvolvimento até ter deixado a Terra, na sequência de uma catástrofe global, por exemplo, o Dilúvio.
As pedras foram escolhidas como material porque são capazes de resistir a qualquer cataclismo. Já a simplicidade das gravuras, com cenas de operações cirúrgicas, seria destinada a poder ser facilmente compreendida pela Humanidade após a catástrofe.
Javier Cabrera obteve o título de "filho amado do povo" de Ica, tendo sido condecorado com uma medalha de ouro.
No entanto, muitos consideravam-no louco ou charlatão. As pedras de Ica foram consideradas uma falsificação sem valor. Este veredicto teve por base testemunhos de trabalhadores peruanos, que confessaram ter eles próprios gravado os desenhos nas pedras.
No entanto, na opinião do historiador russo Andrei Jukov, os adversários de Javier Cabreraque tentaram desacreditar a sua obra, têm eles próprios muitos pontos frágeis que podem ser criticados:
"Em primeiro lugar, o comércio ilegal de antiguidades no Perú é considerado crime. Por isso, as pessoas que forneceram as pedras a Javier Cabreraeram obrigadas a declarar que elas próprias haviam fabricado as pedras para evitar perseguição judicial. Em segundo lugar, as pedras falsificadas são diferentes de pedras verdadeiras pela técnica de gravação. Em terceiro, a pedido Javier Cabrera, as análises feitas pela empresa Mauricio Hochschild & Cia Ltda em várias dezenas de pedras, nomeadamente as que representam dinossauros, confirmaram a sua autenticidade. Resultados idênticos tiveram os testes realizados na Universidade de Bona, na Universidade de Lima e laboratório da Escola Superior de Engenharia de Lima".
O historiador sublinha que uma das provas da autenticidade da coleção de Ica é o fato das figuras representarem alguns dinossauros que só foram encontrados (os seus restos) no princípio dos anos 90, ou seja, muito depois das gravuras estarem na coleção de Javier Cabrera!
Trata-se de desenhos de Diplodocus com espigões ósseos dorsais,semelhantes aos Stegosaurus.
É muito pouco provável que camponeses peruanos semi-analfabetos pudessem ter inventado um tal animal, ou ter gravado cenas de transplantes de coração e cérebro, que nos espantam pelo rigor dos pormenores.
É duvidoso ainda que, em tais hipotéticas "oficinas de gravação" trabalhassem químicos capazes de envelhecer tão bem as pedras que permitisse enganar os melhores peritos.
Resta dizer que existem milhares de pedras com gravuras e que teria sido impossível esconder tais laboratórios.
Por isso, a coleção de Javier Cabrerapode pode muito bem ser verdadeira. Mas, se concordarmos com isso, teremos que pôr em causa os atuais conhecimentos sobre a história da Terra. A verdade é que não são poucos os fatos que comprovam essas dúvidas.

Fonte: Voz da Rússia

Nota: É no mínimo interessante colocar que tais evidências acima e tantas outras, descrevem que existe alguma coisa de muito errado no que é contado nos livros, na versão "oficialmente" ensinada. É nítido perceber que a história deste mundo teria muito mais coerência se contada como realmente  é, e não uma teoria, da evolução das espécies,  que é forjada, manipulada pelos detentores do poder midiático e ditos científicos no mundo e tentam esconder a todo modo a verdade da história do mundo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo

Um estudo resolveu mostrar toda a verdade por trás das fotos de gente rica, magra e boazinha postadas no Facebook.

De acordo com um estudo da Universidade de Colúmbia e de Pittsburgh, a imagem positiva que surge a partir da página faz com que o autocontrole das pessoas diminua.
Uma das consequências mais fáceis de perceber é a agressividade.
"Quando você se sente bem consigo mesmo, você se sente no direito de fazer as coisas. E você quer proteger aquela imagem melhorada, o que faz com que as pessoas reajam tão fortemente àquelas que não concordam com suas opiniões", disse Keith Wilcox, um dos autores do estudo, ao "Wall Street Journal".
O estudo foi dividido em cinco partes e contou com 541 participantes e, também, chegou a desagradável conclusão que os usuários do "face" ficam mais gordas e pobres.
Aqueles que passam mais tempo on-line e tinham muitos amigos na rede social tinham mais tendências de comer besteira e ter mais gordura no corpo, assim como mais dívidas no cartão de crédito.
Outra parte do estudo mostrou que aqueles que passavam cinco minutos no Facebook, ficavam mais inclinados a comer biscoito do que uma barra de cereal.
Além disso, os internautas mostravam mais preguiça na hora de resolver problemas matemáticos e desistiam mais facilmente.
O porta-voz do Facebook não quis comentar o assunto ao "WSJ".

Fonte: UOL.

Nota: O que esta pesquisa demonstra, não é nada mais que o óbvio, quem sabe. Mais gordo - tempo gasto em sedentarismo na frente do computador do que em atividade física. Pobre - Tempo dispendido em coisas que não teriam utilidade em termos de aprendizado que possa ser aplicado na vida profissional. Malvado - Preocupação demasiada com os demais, o que eles fazem, o que eles tem, que pode propiciar a inveja, avareza e a comparação excessiva com os outros.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mulheres preferem olhar para outras do que para homens


Um novo estudo afirma que as mulheres passam muito mais tempo olhando para outras mulheres do que para homens. As roupas, os sapatos, a marca da bolsa e a altura são apenas algumas das coisas em que elas reparam quando "analisam a concorrente". As informações são do site Female First.
"Não existe uma mulher no mundo que não adore que pessoas observem outras mulheres. É natural que a gente compare nosso estilo, cabelo e, claro, aparência com outras", disse Helen Boyle, estilista da Swimwear365. "A praia é provavelmente o melhor lugar para dar uma boa espiada em outras mulheres, já que você não vê pessoas muito vestidas. E, claro, você pode se esconder atrás dos óculos escuros", acrescentou.Duas mil mulheres participaram da pesquisa, promovida pela Swimwear365, e metade delas disse que "curtem" comparar-se a amigas e mulheres com quem trabalham ou que estão simplesmente passando pela rua. A praia foi eleita como o lugar em que acontece a maioria das "espiadas" e 80% das mulheres admitiram que adoram observar as outras em roupas de banho.O estudo também concluiu que uma em cinco mulheres gosta de adivinhar de qual país a outra é, 43% adoram prestar atenção na roupa de banho e uma em 20 prefere criticar os bronzeados. Ainda, um terço disse que seria mais impressionada por uma mulher sarada e 42% revelou que toda mulher tem algo a ser comparado com elas mesmas.A pesquisa ainda revelou que 42% das mulheres disseram que se vestem para impressionar às outras e não aos homens, mesmo em noites de grandes eventos. "As mulheres observam as outras porque podem se associar e porque sabem como é difícil manter uma boa aparência ou um cabelo saudável. Então, é claro que existe um interesse genuíno sobre como as outras estão aparentando", disse Boyle.A seguir, veja quais são os 10 principais alvos das mulheres quando observando outras:

1. Roupas 2. Cabelo 3. Bronzeado 4. Tamanho 5. Colo dos seios 6. Celulite 7. Cor do cabelo 8. Tamanho dos seios
9. Sapatos
10. Bolsa
9. Sapatos 10. Bolsa 9. Sapatos 10. Bolsa

Fonte: Terra

Nota: Já era conhecido no meio popular que "a mulher não se veste para o homem e sim para outra mulher". No livro de Eclesiastes 4:4, diz "Também descobri por que as pessoas se esforçam tanto para ter sucesso no seu trabalho: é porque elas querem ser mais do que os outros. Mas tudo é ilusão. É tudo como correr atrás do vento." A mulher procurou tanto ser livre, porém hoje é escrava da moda, de si mesma, da sociedade em que elas mesma criaram.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Onde estão os descendentes dos Samaritanos?
















Grupo de Samaritanos (1900 - Enciclopédia Judaica)

Conforme as Antigas Escrituras, Israel era constituída por doze tribos que mantinham entre elas um certo clima de hostilidade. Elas foram unidas pelo soberano conhecido como Saul, por volta de 1000 a.C. Depois dele vieram David e Salomão. Quando este morreu, aproximadamente em 930 a.C., estes povos provocaram entre si uma profunda ruptura.
Depois deste cisma, as populações da região norte instituíram o Reino de Israel, igualmente denominado reino da Samaria, pois esta era a cidade que, na época, ou seja, no século IX a.C., foi escolhida para sediar a capital israelita. Bem próximo a este povo, no Sul, estavam localizados os domínios de Judá.


Grupo de Samaritanos (1900 - Enciclopédia Judaica)
Desde o início os dois povos viviam em constante rivalidade, e esta repulsa permaneceu indefinidamente, perdurando, de certa forma, até os dias atuais, pelo menos sob o ponto de vista dos hebreus mais ortodoxos, que não consideram os samaritanos  judeus, nem mesmo filhos de Israel, mas sim descendentes de estrangeiros, ao contrário das autoridades governamentais, que os vêem como legítimos israelitas.

Na época de Jesus, os samaritanos se isolaram, para se distanciarem de Jerusalém. Assim, eles criaram regras e preceitos próprios, edificaram um templo só para eles, e instauraram nas Escrituras algumas modificações. Eles só aceitavam o Pentateuco, no qual está inscrita a Lei de Moisés, a qual eles observam rigidamente até hoje, sendo por isso conhecidos como ‘os observantes’.

Esta comunidade étnico-religiosa não se considera parte da sociedade judaica, e se autodenomina ‘israelita-samaritana’, a herdeira do Reino de Israel, mais precisamente dos clãs de Efraim e Manassés, descendentes de José. Este ponto de vista dos samaritanos coincide com o da maior parte dos pesquisadores.

Eles residem, atualmente, em Holon, localizada em Israel, e em Nablus, situada na Cisjordânia; não dispõem de rabinos e rejeitam o Talmud, cultuado pelos judeus ortodoxos. Há cerca de 700 samaritanos em todo o Planeta, sua língua é o hebraico na versão moderna e o árabe praticado pelos palestinos. Nos seus rituais eles usam o hebraico samaritano.

A antiga Samaria foi aniquilada e reedificada inúmeras vezes, ainda sob o Império Romano. Tornou-se, na época, uma das quatro regiões que constituíam a Palestina. O governante conhecido como Herodes, o Grande, decorou-a com luxuosas obras, conferindo-lhe então o título de Augusta, em homenagem a Augusto, imperador romano.

Diante dos judeus conservadores eles eram vistos como hereges e tratados com desdém, condenados, perseguidos, caluniados. Judá e Israel se contrapunham em grande parte por alimentarem diferentes pontos de vista religiosos, apesar de, paradoxalmente, suas crenças terem a mesma procedência original.

A comunidade dos samaritanos tende a diminuir cada vez mais, pois eles só contraem matrimônio entre si, são muito rígidos e intolerantes, além de dificilmente aceitarem conversões de membros de outros grupos.

Fonte: Infoescola

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Antiga cidade submersa é encontrada no Triângulo das Bermudas



No fundo do oceano, na área do Triângulo das Bermudas, um grupo de cientistas canadenses descobriu uma cidade perdida.

Ao largo da costa de Cuba, um robô submarino tirou as fotografias das ruínas de edifícios, quatro pirâmides gigantes e um objeto parecido com estátua de uma esfinge.
Especialistas sugerem que os edifícios pertencem ao período pré-clássico do Caribe e da história da América Central. A antiga cidade podia ser habitada por uma civilização semelhante aos habitantes de Teotihuacán (cidade fantasma de cerca de 2000 anos, localizada a 50 km da cidade do México).

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Morre na Geórgia a mulher mais velha do planeta



Na Geórgia, morreu, aos 132 anos de idade, Antisa Khvitchava, que morava na aldeia de Satchino, distrito de Tsalenjikha.

Era a habitante mais velha do planeta, afirmam os mídia georgianos.
Khvitchava nasceu em 8 de julho de 1880. Para verificar esta informação, as autoridades da Geórgia dirigiram-se à redação do Livro dos Recordes, o Guinness. A verificação provou que Khvitchava tinha, na realidade, mais de 132 anos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A grande missão dos Estados Unidos: o código de Romney


“A grande missão da América é derramar a luz da verdade e da democracia sobre todo o mundo”. Não é a primeira vez que o “resto do mundo”, atolado nas trevas e ditaduras, está ouvindo tal lema.

Este postulado acompanha cada corrida presidencial nos Estados Unidos. Mas desta vez, a palavra de ordem causou inquietação a muitas pessoas, porque Mitt Romney, um dos candidatos a presidente, é um alto hierarca da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Não é de excluir que no caso de sua vitória os Estados Unidos serão mandados por mórmons, consideram alguns peritos.
Nos Estados Unidos, os mórmons apoiaram tradicionalmente, inclusive financiando, o Partido Republicano. Contudo, é pela primeira vez que o posto de chefe de Estado é pretendido por um representante dos mórmons. Mas é compreensível. Até recentemente, a atitude da sociedade americana para com os mórmons foi, para não dizer mais, não uniforme.
Os cristãos consideram que os mórmons formem uma seita totalitária. Tal é a opinião tanto de católicos, como de cristãos e da maioria de protestantes, diz Konstantin Bendas, bispo da União Russa de Cristãos de Fé Evangélica:
“Os mórmons não podem chamar-se de cristãos, porque falam de outra Escritura e de outra natureza de Cristo. Aquilo que professam difere cardinalmente do cristianismo bíblico. Não penso que qualquer Igreja ou uma maioria cristã seja movida por esta ideia, a aceite e os reconheça. Tanto menos na Rússia, onde a Igreja evangélica, protestante é muito conservadora na observação da Sagrada Escritura”.
As crenças dos mórmons assentam em “revelação” do simples fazendeiro americano Joseph Smith Jr. No início do século XIX, aparecera diante dele o anjo Morôni e lhe transmitira um livro que relata sobre uma antiga geração de Israel que havia mudado para a América 600 anos antes do nascimento de Cristo. Após a ressurreição, Jesus Cristo havia visitado os americanos, partilhando com eles sua sabedoria divina.
Os peritos descrevem esta religião como sistema de mistérios, conhecimentos ocultos sobre o passado das Américas de antes de Colombo, abertos só para aqueles que acreditam nesta doutrina, em que se afirma que irão salvar-se só os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e os seus familiares. Aponta-se, naturalmente, a “eleição divina” dos Estados Unidos: o segundo advento terá lugar no território de Salt Lake City, onde Jesus Cristo irá salvar os eleitos.
Esta é a ideologia. Na realidade, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é a mais rica confissão da atualidade, que dispõe de meios financeiros de 30 bilhões de dólares. Este montante pode ser utilizado para quaisquer finalidades: tanto missionárias, como políticas. Todos os mórmons doam à Igreja uma décima parte dos seus rendimentos por mais grandes que sejam. O próprio serviço de segurança controla rigidamente esta regra. A jerarquia na Igreja Mórmon é muito rigorosa. Graças à tal estrutura totalitária, os Santos dos Últimos Dias ocupam gradualmente nas últimas décadas altas posições também em outros países, destaca Alexei Yudin, perito em religiões:
“Esta não é apenas uma comunidade americana, muito influente na sociedade dos Estados Unidos. São também comunidades espalhadas pelo mundo. Nos últimos dez anos, a Igreja Mórmon dinamizou fortemente sua atividade também no continente europeu e pode ganhar caráter de projeto internacional: um apelo messiano realizado concretamente em forma de diferentes projetos empresariais. Isso também se reflete na política real”.
Hoje, os mórmons controlam conhecidas corporações e grupos financeiro-industriais no mundo. Pertencem aos mórmons a maior rede de hotéis Marriott International, a companhia financeira americana American Express, a maior transportadora aérea europeiaDeutsche Lufthansa AG, a companhia de auditoria Pricewaterhouse Coopers. No Credit Suisse, o principal banco da Suíça, o diretor executivo para a Europa, Oriente Médio e África é mórmon Eric Varvel. Muitos gerentes dos bancos centrais de Wall Street são mórmons. Por exemplo, em 2010, o banco Goldman Sachs contratou 30 finalistas da Universidade Mórmon. Eles formam o esteio dos serviços secretos e das estruturas militares americanas e do Ministério das Finanças dos EUA. Mórmons têm laços muito fortes com Grupo Rothschild. Já se pode dizer que eles determinam muitos aspetos da política externa e interna dos Estados Unidos.
A Igreja Mórmon utiliza todas as tecnologias informativas. Nas palavras do ex-dirigente da Delegação Russa da Interpol, Vladimir Ovtchinski, é constituído um banco mundial de dados eletrônicos sobre todos os mórmons vivos e mortos no planeta, que inclui também suas ligações de parentesco. O FBI e a CIA utilizam amplamente a base de dados dos mórmons. Até hoje, os mórmons dispõem de informações sobre quase mil milhões de habitantes da Terra. Nenhum serviço de reconhecimento tem algo de semelhante, aponta Ovtchinski.
Após a entrada de Romney na corrida presidencial, muitas comunidades cristãs centraram de repente suas pregações num dos principais lemas do candidato-mórmon - “A América é luz para o mundo”, embora as pregações cristãs verdadeiras não se refiram ao regime político dos países, ressalta Piotr Eremeev, diretor da Universidade Ortodoxa da Rússia:
“O cristianismo ensina ao homem e à sociedade os princípios da coexistência, do amor e da irmandade entre as pessoas. Quanto ao regime estatal, um cristão ou cristãos, como comunidade, nunca viram a tarefa de sua missão na reestruturação de um Estado. É por isso que os cristãos viviam tranquilamente em impérios e em reinos”.
Os próprios americanos irão decidir a 6 de novembro quem irá ocupar o Salão Oval da Casa Branca. Mas, segundo aconselham peritos, os políticos devem preparar-se para “iluminação à americana”, se nas eleições vencer Mitt Romney. Nas palavras de Vladimir Ovtchinski, 30 bilhões de dólares e 50 mil missionários espalhados pelo mundo, assim como figuras-chave no poder e nos serviços secretos são uma força importante e será necessário levá-la em conta.

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O mamute será clonado?


Um achado único, feito na Yakútia, permite clonar o mamute.
Os participantes de uma expedição paleontológica internacional que inclui especialistas da Rússia, Coréia, EUA, Canadá, Suécia e Grã Bretanha descobriram os restos de um animal pré-histórico com órgãos bem conservados, dentro dos quais foram encontradas células vivas.
A expedição paleontológica internacional Yana-2012 foi realizada em agosto na região de Ust-Yana da Yakútia. No ano passado, neste mesmo local na parte norte da república da Yakútia, foram encontrados os corpos de um mamute, de um bisão e de um cavalo pré-histórico. E já naquela ocasião os paleontólogos mais ilustres do mundo discutiram a idéia de clonagem destes animais pré-históricos. Mas naquele caso a sua concretização resultou impossível devido à ausência de células vivas no material encontrado.
O atual achado sensacional foi encontrado pelos participantes da expedição numa profundidade de cinco ou seis metros. O diretor do Museu de Mamute em Yakutsk Semion Grigoriev, que chefia esta expedição, revelou à Voz da Rússia que a análise acusou a existência de células vivas nos tecidos destes animais.
"Encontramos amostras muito bem conservadas de gordura, da medula e do pêlo. Examinamo-los sob microscópico e encontramos núcleos intactos de células. Isto permite-nos esperar que os achados possam ser utilizados futuramente para novas pesquisas."
A idéia de clonar um mamute, - faz lembrar Semion Grigoriev, - surgiu há alguns anos, quando no território da Iacutia começaram a encontrar novos e novos restos mortais dos animais pré-históricos. O primeiro a falar desta possibilidade foi o professor da Universidade de Kyoto Akira Iritani. O cientista propôs introduzir no óvulo de uma elefanta o núcleo da célula viva do mamute, cujo corpo tinha sido encontrado. O doutor Iritani foi inspirado pela experiência bem-sucedida do seu colega Teruhiko Vakaiama, que tinha clonado um rato, utilizando as células que estiveram congeladas durante 16 anos.
Neste ano a Universidade Federal do Nordeste, situado na Yakútia, e o Centro sul-coreano de pesquisas biotecnológicas assinaram o acordo sobre a atividade científica conjunta. O objetivo do projeto é a clonagem somática, isto é, a inserção do material genético do mamute no óvulo do elefante. A seguir, o óvulo fecundado é introduzido no ventre de uma elefanta. Dentro de 22 meses pode-se esperar o nascimento de um pequeno mamute. Hwang Vu-Suk, presidente do Centro Sooam Biotech, participou desta expedição, recentemente concluída, da mesma maneira que de todas as expedições anteriores, organizadas pela Universidade Federal do Nordeste. O pesquisador sul-coreano confirmou que as células vivas de mamute, que tinham sido descobertas, podem ser utilizadas no processo de clonagem, - apontou Semion Grigoriev.
"O professor Hwang disse que na realidade os achados ultrapassaram todas as esperanças da mesma maneira que os primeiros resultados obtidos logo no local. Ele espera muito que nós consigamos bons resultados."
Aliás, alguns cientistas apontam que o processo de clonagem do mamute pode acarretar conseqüências imprevisíveis. Em particular, Serguei Kisseliov, chefe do departamento de epigenesia do Instituto de Genética Geral junto da Academia de Ciências Russa, admite que o genoma do mamute possa trazer no seu seio vários vírus adormecidos, de que a humanidade “já tinha esquecido”.
A informação detalhada sobre os resultados da expedição paleontológica internacional na Iacutia será publicada nas revistas científicas internacionais prestigiosas. O material vídeo, rodado pela equipe da televisão inglesa que participou da expedição, será exibido no próximo ano no canal de National Geographic.

Fonte: Voz da Rússia

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

EUA avisaram Irã que não participarão de ataque israelense


O governo dos Estados Unidos enviou uma mensagem ao Irã, por meio de mediadores europeus, que não apoiará um eventual ataque israelense contra suas bases nucleares, informa nesta segunda-feira o jornal Yedioth Ahronoth.
O jornalista Simón Shiffer, correspondente diplomático do periódico, assegura em seu artigo de hoje que a Casa Branca enviou nos últimos dias uma clara mensagem a Teerã através de dois países europeus, que não menciona, que se Israel decidir atacar unilateralmente e sem coordenação prévia, os EUA não o apoiarão nem se deixarão arrastar para a guerra.
Shiffer, que não detalha quais são suas fontes, acrescenta que Washington fez saber ao Irã que espera que, se acontecer a ofensiva israelense, o Exército iraniano não ataque alvos estratégicos dos EUA no Golfo Pérsico, como as bases militares, embarcações e porta-aviões estabelecidos na região.
Estas mensagens seriam coerentes com a recente advertência do chefe do Estado-Maior americano, general Martin Dempsey, que ele "não será cúmplice" de um ataque ao Irã se Israel decidir realizá-lo. Contatado pelaEFE, o porta-voz da Embaixada dos EUA em Israel não quis fazer comentários sobre a questão.
Israel considera o programa nuclear iraniano uma ameaça existencial e o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, insiste em que as sanções internacionais não estão funcionando e não conseguiram frear o projeto de Teerã.
Esta postura ampliou a distância entre o governo israelense e a Administração de Barack Obama, que acredita que ainda há tempo para que o Irã modifique sua atitude e decida esperar para ver os efeitos das sanções.

Fonte: Terra

Óleo de coco modificado pode ser arma contra cáries



O óleo de coco modificado ataca a bactéria que causa as cáries e poderá vir a ser incorporado nos produtos de saúde dentária, afirmam cientistas do Athlone Institute of Technology (AIT).

Os investigadores testaram a eficácia do óleo de coco natural como solução bacteriana e os resultados não foram positivos, contudo, o óleo de coco tratado com enzimas, num processo semelhante à digestão, revelou-se eficaz a eliminar as bactérias Streptococcus, comummente encontradas na boca e responsáveis pelo aparecimento de cáries.
O estudo mostrou que o óleo de coco modificado inibia fortemente o crescimento da maioria das estirpes da Streptococcus, incluindo a Streptococcus mutans – uma bactéria que produz ácido e é uma das principais responsáveis pelas cáries.
A investigação demonstrou ainda a eficácia do óleo de coco modificado no combate ao Candida albicans, uma espécie de fungo diplóide que causa alguns tipos de infecção oral.
As cáries afectam entre 60 a 90% das crianças e a maioria dos adultos nos países industrializados.
-- Diário Digital / Lusa

sábado, 1 de setembro de 2012

Fóssil africano confunde evolucionistas



A capa da edição de 9 de agosto de 2012 da revista Nature exibiu a face reconstruída de um recentemente descoberto fóssil com aparência humana descrita por Meave Leakey e os seus colegas no seu relatório.[1] Três novos fósseis com aparência humana, provenientes de África, criaram as condições necessárias para que os evolucionistas demonstrassem mais uma vez a confusão que é a filosofia deles. Como sempre, os dados científicos continuam a não se ajustar à teoria evolutiva. Qual foi a sua primeira função após a descoberta dos fósseis? Segundo o perito de longa data e anatomista Bernard Wood, que sumarizou os achados de Leakey num pequeno artigo na mesma edição da Nature, “a tarefa dos paleoantropólogos é reconstruir a história evolutiva do período entre a nossa espécie, Homo sapiens, e as espécies ancestrais que nós partilhamos de modo exclusivo com os chimpanzés e os bonobos.”[2] Portanto, a tarefa desses cientistas é forçosamente interpretar os dados dentro do paradigma evolucionista.

Ao contrário dessa forma de “pensar”, a ciência propriamente dita não assume a priori que sabe as respostas para as questões, mas analisa os dados de modo a averiguar qual é a hipótese que melhor os explica. Contrariamente ao que é feito pelos cientistas, os evolucionistas tentam, por outro lado, forçar os dados de modo a que estes se ajustem à percepção evolutiva. Depois de mais de um século em busca dos fósseis que poderiam ser inequivocamente qualificados de “espécie ancestral”, seria de esperar que os evolucionistas se apercebessem de que algo vai mal em sua teoria.

Wood afirmou que os três novos fósseis colocam em causa uma hipótese que havia sido lançada por ele mesmo, em 1992. Nesse ano, ele atribuiu uma larga mandíbula inferior a uma variedade de fósseis com o nome de Homo rudolfensis cuja identidade tem sido contestada há décadas.[3] Os dois novos fósseis de mandíbulas inferiores, encontrados perto das mesmas rochas e contendo a mesma forma geral que a mandíbula que Wood havia atribuído ao H. rudolfensis, aparentam ser candidatos pobres para o mesmoH. rudolfensis. Eles podem muito bem pertencer a mais uma nova “espécie” ou a uma variedade de genuínos seres humanos.

Segundo os autores da Nature, os novos fósseis apoiam a noção de múltiplas variedades de humanos terem vivido ao mesmo tempo, em África.

O breve sumário de Wood em torno do modo como esses fósseis dão novas formas a ideias antigas espelha as carreiras profissionais que foram gastas em discussões centradas em fragmentos fósseis – se eles são de macacos, de humanos ou algo pelo meio (ou de um porco)[4]; que tipo de variedade de macaco ou humano; quem recebe a glória e o financiamento por classificá-los. A confusão e o constante revisionismo chegam a caracterizar as constantes alterações das datas atribuídas a esses fósseis.[5]

E, agora, os evolucionistas têm que explicar o porquê desse leito rochoso africano, que supostamente representa o berço da evolução humana, não mostrar uma série de fósseis anatomicamente progressivos. Por que essas rochas não exibem criaturas com a aparência de macacos (“ape-like”) evoluindo para criaturas com a aparência humana (“human-like”) num perfeitamente estabelecido contínuo geológico?

Os evolucionistas têm também que explicar o porquê de existirem três ou mais variedades de humanos cujos restos foram enterrados lado a lado exatamente com os restos das criaturas “ape-like” que foram um dia consideradas ancestrais dos humanos.

Todos os restos hominídeos podem ser categorizados como (1) variedades de macacos extintos, (2) variedades humanas extintas, (3) ou demasiado fragmentárias ou reconstruídas de um modo demasiado pobre para se discernir – ou ainda (4) uma fraude. A tarefa evolucionista de revisar suas próprias fábulas e falsidades histórias, o que ocorre virtualmente sempre que uma nova descoberta é feita, não é viável.

Não é possível que uma teoria cujas crenças cardinais são estruturalmente revistas sempre que uma nova descoberta é feita possa ser genuinamente considerada “científica”. Se uma teoria é revista de modo profundo (e não periférico) sempre que um novo dado é revelado, então o edifício dessa teoria tem que ser todo ele posto em causa.

Infelizmente, para os evolucionistas, Wood afirma que a tarefa evolucionista de explicar os fósseis dentro do paradigma naturalista/evolucionista só vai piorar, uma vez que ele escreve: “Os pesquisadores olharão para a nossa hipótese corrente em torno desta fase da evolução humana como extraordinariamente simplista.”[2]

Ao contrário da teoria mais revista, editada e corrigida da história da Biologia – teoria da evolução –, a Palavra de Deus nos fornece uma descrição das nossas origens compatível com a descontinuidade fóssil, uma vez que Deus criou os seres humanos para se reproduzirem segundo o seu tipo/espécie, e não entre tipos/espécies. As Escrituras declaram “o filho de Adão, que era o filho de Deus” e não o filho de símios.[6]

A previsão científica que pode ser feita a partir do que Gênesis revela é a de que nunca serão encontrados fósseis que, de modo inequívoco, revelem uma transição macacos-para-homem.

Se esses novos fósseis com a aparência humana realmente representam uma variedade de humanos, eles apenas reforçam a observação bíblica e científica de que os seres humanos podem rapidamente expressar variações na forma e nos traços.[7]

(ICR, via Darwinismo)